10 de julho de 2009

Cheiro de cafezinho recém passado…

Filed under: Sem categoria — Roberta Sudbrack @ 17:43

Tenho tentado me adaptar às novas ferramentas da tecnologia digital. Todos sabem que tecnologia não é bem a minha praia, sou mais do fogão à lenha do que da thermomix. Mas enfim, resolvi me aventurar, ou pelo menos, tentar experimentar. Como eu sempre digo, e agora repito, porque os registros foram perdidos mesmo que temporariamente: a vida precisa de parâmetros.

No balanço geral algumas surpresas. Acabei me adaptando melhor ao facebook, apesar de achar um cadinho – como dizia o meu avô – invasivo, é uma ferramenta muito ágil e interessante. Agora mesmo recebi uma mensagem da Vandinha Klabin, que além de ser uma das pessoas mais interessantes que conheço, foi quem me iniciou naquele mundo, dizendo que eu estava bombando por lá! Fiquei toda prosa, mas acho que ainda estou no máximo engatinhando. Mas eu chego lá, me aguardem.

Já no Twitter não estou nem nesse estágio! Não consegui entender nada muito bem ainda. E também não me cativou tanto quando o facebook. Digamos que o facebook me parece mais tupiniquim, logo, eu gosto mais! E como o mundo virou uma selva, já mandei providenciar um telefone com acesso a internet. Resolvi ceder a esse luxo que achava desnecessário. Viu como é bom abrir a mente e experimentar coisas novas de vez em quando?

Agora no fundo, no fundo, eu sou meio Carmem Miranda: “Eu sou do camarão ensopadinho com chuchu.” E de cafezinho passado na hora em coador de pano! Isso a gente só encontra aqui. Não posso reclamar da vida!

Até!

9 de julho de 2009

Em movimento…

Filed under: Sem categoria — Roberta Sudbrack @ 17:47

Talvez esse seja um dos estados mais interessantes para se estar na vida. Eu como boa geminiana que sou não abro mão dele. O estático me incomoda. A falta de adrenalina me sufoca. Gosto de movimento em tudo, nas fotos, na cozinha, na vida e principalmente nos meus pratos.

Procuro por ele todos os dias, quero a leveza do movimento impressa em cada prato que sai da nossa cozinha. Não basta criar uma apresentação e descansar. Há que se buscar diariamente o movimento nela. A cada dia as ervas estarão de uma maneira. O peixe de outra. As batatas terão formas diferentes, os chuchus também. O quiabo poderá vir recheado de “belugas”, ou não. A natureza também se pauta pelo movimento.

Por isso mesmo mudar é tão bom. Deixemos de lado as caixas por abrir e os armários por arrumar. Vamos com calma. As caixas, nós vamos abrindo aos poucos. Os armários podem esperar um pouco para ser preenchidos com as quinquilharias que vamos juntamos vida a fora. Vamos direto para a cozinha!

Vamos arrumar a cozinha! Vamos nos acostumar com os cantos, as curvas, a bancada, o piso e a luminosidade desse novo espaço. Vamos fazer um cafezinho coado em coador de pano, sentar – no chão mesmo! – e começar a escrever uma nova receita de bolo de nada para o café da tarde de amanhã.

Estamos em casa afinal!

Até!

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