Cheiro de cafezinho recém passado…

Tenho tentado me adaptar às novas ferramentas da tecnologia digital. Todos sabem que tecnologia não é bem a minha praia, sou mais do fogão à lenha do que da thermomix. Mas enfim, resolvi me aventurar, ou pelo menos, tentar experimentar. Como eu sempre digo, e agora repito, porque os registros foram perdidos mesmo que temporariamente: a vida precisa de parâmetros.

No balanço geral algumas surpresas. Acabei me adaptando melhor ao facebook, apesar de achar um cadinho – como dizia o meu avô – invasivo, é uma ferramenta muito ágil e interessante. Agora mesmo recebi uma mensagem da Vandinha Klabin, que além de ser uma das pessoas mais interessantes que conheço, foi quem me iniciou naquele mundo, dizendo que eu estava bombando por lá! Fiquei toda prosa, mas acho que ainda estou no máximo engatinhando. Mas eu chego lá, me aguardem.

Já no Twitter não estou nem nesse estágio! Não consegui entender nada muito bem ainda. E também não me cativou tanto quando o facebook. Digamos que o facebook me parece mais tupiniquim, logo, eu gosto mais! E como o mundo virou uma selva, já mandei providenciar um telefone com acesso a internet. Resolvi ceder a esse luxo que achava desnecessário. Viu como é bom abrir a mente e experimentar coisas novas de vez em quando?

Agora no fundo, no fundo, eu sou meio Carmem Miranda: “Eu sou do camarão ensopadinho com chuchu.” E de cafezinho passado na hora em coador de pano! Isso a gente só encontra aqui. Não posso reclamar da vida!

Até!

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